segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A decepção é um sentimento tão ruim, e no meu caso é o resultado de expectativas frustradas a cerca de uma amizade que eu imaginava existir.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Quando só um sorriso ilumina seu dia, um abraço é tudo que você mais queria, quando estar com aquela pessoa é o que importa. Pra sempre. Você precisa, sente a falta. Não tem como viver sem! Porque aquela pessoa é irremediavelmente parte de você. E tudo o que você faz te direciona a lembrá-la, em tudo ela está. No que é simples, no que está ao seu redor. E ela tem que saber disso, de alguma forma reconhecer que seu coração pertence a ela, que tem o poder de controlar suas emoções pura e simplesmente por ser a razão delas. 
Fechar os olhos e ver o rosto que sua mente decorou os detalhes. E ouvir a voz mais perturbadora.
Visão turva, arrepios, uma sensação idiota no estômago, vontade de rir e chorar, chorar e rir, e essa ordem não altera o produto pois ele é sempre o mesmo: confusão. 


Fazê-lo recíproco tornaria o amor mais fácil, não?! 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Atitudes clandestinas desenvolvem pensamentos destrutivos.

É tanta gente e mesmo assim eu me sinto tão sozinha... Como se uma parte de mim não estivesse aqui, e a outra parte não quisesse estar. 
Nada é como antes, as pessoas mudam ou se afastam. Mudam e se afastam. (...) Eles não sabem o quão rápido o tempo passa pra mim, o quanto eu preciso deles, o quanto dói me sentir sem eles... 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Nas entrelinhas.

Honestamente, já é uma complicação para eu explicar, não se preocupe se você não compreender muito bem. É que se você me entender, é provável que viva a mesma situação que eu, e então eu sinto muito. Sinto muito porque não é fácil. Não que viver seja fácil, não que eu procure algo fácil. Só é exaustivo... 
Instabilidade e mutações constantes. E eu desenvolvi uma capacidade invejável de adaptação. Bem, ela tem suas falhas. Eu não sou totalmente versátil e muito menos fácil de lidar, e deve ser isso que cansa. Eu me sobrecarrego emocionalmente, e confesso que poucos são os ombros que me sustentam. 
Descobri que ser vulnerável pode me fazer idiota. Você confia em alguém, aposta naquela amizade, se torna até mesmo submissa para ser "agradável"... Agora eu percebo o quão detestável isso soa, e aí fica claro porque não funciona. Eu não culpo os outros, eu culpo a mim mesma. Talvez eu enxergue demais, talvez eu enxergue de menos. Talvez eu não enxergue. Mas eu tenho uma justificativa: superar. 
O que seria de mim sem os ombros? Longe de ser auto-suficiente! E para superar a realidade eu preciso desses ombros. Não que eu viva um drama a ser superado. Até prefiro ressaltar que eu sou uma pessoa satisfeita, mas essa moeda tem dois lados. Como em tudo, há sempre o positivo e o negativo.


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Meu perfeccionismo seria um defeito irredutível se não soubesse usá-lo a meu favor. Em certas circunstâncias ele claramente me atrapalha, deturpando minhas percepções, fazendo-me sua escrava. Eu me sinto inútil e desleixada, incapaz. Mas, por outro lado, tem vezes que é possível me ajudar por meio dele.
O perfeccionismo é irracional, a meu ver. Por mais que saibamos que levar algo à perfeição é improvável, insistimos e persistimos em aperfeiçoar tudo que está ao nosso alcance. O pouco não nos contenta. Sim, exatamente aquele com o qual a massa faz a festa. Nós, pobres perfeccionistas, queremos o primeiro lugar, buscamos ser melhores, fazer o melhor, nos destacar. Sempre. E queremos, sobretudo, o reconhecimento. Bem, ao menos eu o almejo. É como despejar todo o meu potencial em projetos e precisar estar ciente da satisfação das pessoas. Em todos os casos há sempre um ponto a se melhorar nesses tais projetos, uma ânsia agonizante por encontrar meios que os tornem a perfeição que eu tão incansavelmente procuro. 
Dedico-me... Concentração. Fecho os olhos e uma explosão de ideias me atormenta, me envolve, me incita a continuar. Eu quero estar a frente dos demais, e assim direciono meus esforços ao objetivo principal, que é ter sucesso no que eu faço.
Simples e complicado ao mesmo tempo...


quinta-feira, 26 de agosto de 2010


Você tem o direito de escolher suas prioridades. Eu já escolhi as minhas. Eu me importo, eu me preocupo, eu só arrisco quando eu quero, eu sou prudente, eu sei das minhas limitações, eu sei aonde eu quero chegar, eu sei dos meus erros, eu os reconheço e procuro sempre melhorar... Se isso for errado, aceito as consequências. Se isso for errado, reconheço minha falha. Mas, por agora, quero ser e agir assim e não ligo pro que pensam. Que venham os estereótipos, a zombaria, a infinidade de adjetivos que podem ao mesmo tempo me definir e me machucar... Ou que podem apenas ser uma verdade que por enquanto não enxergo. Não mais peço desculpas por ser assim, eu me orgulho disso. Essa sou eu. E o que tenho dentro de mim, a minha essência, não são vocês que vão mudar. 

domingo, 4 de julho de 2010

Vacation feelings

E finalmente as férias! 
Quando chega essa época do ano, a primeira coisa que eu penso é me livrar das responsabilidades acadêmicas e fazer qualquer coisa que não inclua estudar. 
Adeus matérias massantes, milhares de papéis, trabalhos impossíveis, avaliações indecifráveis, professores não muito queridos... 
É um alívio, uma sensação ótima! Parece que o ar ficou mais puro, as coisas mais leves, tudo melhora! 
Esse é o mês perfeito para viajar, aproveitar os momentos com quem gostamos, passear, ou até mesmo descansar, e é uma pena que depois essa mordomia termina e precisamos voltar à rotina normal. 
Mas até que dá uma saudade, não dá? E então queremos férias de novo, vai entender!!!

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